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156. “(...) estava com uma visão distorcida, numa religião que falava de Deus, mas, não de Jesus nem de Maria (...)”

 

Eu comecei a ler os livros, aproximadamente, há dez anos, quando uma amiga me deu o primeiro volume, sem dizer bem ao certo de que se tratava. Nesta época estava com uma visão distorcida, numa religião que falava de Deus, mas, não de Jesus, nem de Maria e eu sentia que algo estava faltando, um vazio me envolvia e, quando iniciei a leitura, percebi o quão distante estava de “A Verdadeira Vida em Deus”. A primeira coisa a fazer foi ir à Igreja Católica e internamente escutei: “Senti sua falta, minha filha”. E eu respondi: “Eu também, meu Pai”. E, por diversas vezes, ELE falava com Vassula, como se estivesse falando comigo.

Hoje estou casada, tenho duas filhas e continuo lendo, estou no XII volume e sei que a aproximação com Deus tem um valor incalculável. Nada ocorre por acaso, tudo vem da vontade do nosso Pai. Hoje, vejo-O como um pai amoroso, piedoso e íntimo conosco. Agradeço a ELE por me conceder a graça de conhecê-Lo melhor.

Tatiana Massunaga
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Brasil

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